Por Telmo Fonseca

Impera começar por referir que este evento decorreu com uma dupla organização em ambos os lados do Atlântico e, não fossem alguns constrangimentos nos horários do lado de lá, os eventos no Brasil teriam tido consequências no módulo de jogo em Portugal, e vice versa. O módulo era comum a ambos os eventos e, para não variar, carregado de surpresas, algo que manteve uma vez mais todos os participantes constantemente em bicos de pés.

Sobre o que aconteceu no Brasil, recomendo que passem alguns minutos a ouvir o podcast da Tactical Room, já que os nossos camaradas do lado de lá nunca deixam ponta sem nó. Por cá, foi o habitual – pelo menos, aquilo que já é comum em eventos organizados pelos Painkillers: alto nível, solas dos pés gastas, pernas a tremer, e aquele sorriso praticamente sadomasoquista de quem pagou para levar porrada um dia inteiro e ainda assim saiu satisfeito.

E quando refiro “habitual”, obviamente que os Painkillers já me habituaram mal, e os eventos deste clube estão sempre no topo da minha lista de preferências, caso tenha a oportunidade e o previlégio de neles poder participar.

Fora o desequilíbrio óbvio nas fações, que deixou as forças policiais sem conseguir dar conta do recado por estarem constantemente assoberbados por mil e uma missões pela frente, alguns comportamentos menos dignos mas infelizmente já habituais, e as também os habituais abandonos do jogo a meio do mesmo, foi um dia bastante memorável. Sobre isto, pouco mais há a dizer sobre mais um jogo aberto ao público: pérolas a porcos.

Epá, a sério… posso parecer desnecessariamente agressivo nas palavras, mas irrita-me solenemente que alguns indivíduos não tenham noção de que quando se visita a casa de alguém não se deve mijar no tapete da sala. Basicamente estragam o jogo a muitos por causa daquela BB que acertou no momento em que respawn estava demasiado longe, ou simplesmente não apetecia… Adiante!

Muita diversão, convívio, missões atrás de missões, rádio aos berros, BB pelo ar, cosplay, reenactement do melhor que há, malta porreira… um dia muito muito bem passado. Um evento único, fabuloso, e que ficará para a história – pelo menos, para a minha! Para este rescaldo, prefiro deixar que as imagens falem por si só!

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