Por Airhard

Hola maricas! Como esta es la primera revista de Airsoft 100% portuguesa, hemos decidido escribir todo en Español. Porque? Pues, porque sí. Nos cagamos en todos vuestros muertos más frescos, hijos de la gran puta. Todo lo que existe en el Airsoft portugués provoca en nosotros una nausea profunda, ya que vosotros no sois más que gilipollas que pasan el dia mariconeando con vuestras armitas pintaditas de amarillo o de otras colores. Seguro que las pinta un chino pajeandose. Esas armas son más feas que el culo de un mono. Joder, tíos! Que maricones sois! En España hay un montón de revistas de Airsoft con mucha calidad. No se entienden las razones para escribir esto en Gallego.

Bem, já chega. Parece que estou numa novela da TV Galícia. Querem falar da 6mm? Posso dizer–vos que o Airhard ainda não leu esta primeira, e provavelmente a última, edição da revista, mas não concordamos com nada e achamos que isto é só interesses. Tal como 89% dos jogadores que fizeram download deste ficheiro, achamos que tudo o que provém do esforço de outras pessoas é vil, mal feito e tem um leve odor a interesses monetários, políticos e facciosos.

E se não tem, é porque tem um loja de material por trás. Chulos! Vão ver que é só uma questão de tempo até aparecer uma loja “6mm Portugal” com BBs Bio-tóxicas, AEGs caras, LiPos feitas com urânio empobrecido e surplus da Divisão Ligeira Especial do Mamaquiquistão.

O português já não gosta quando o vizinho tem um carro melhor que o dele, mas quando o motivo se torna nobre ou, pior ainda, voluntário, o caso muda bastante de figura. Normalmente para pior.

“- Ai estás a falar de regras de segurança? Tá calado, roto do caralho. Isto não é para meninos”. “Ai queres que malta vá ao teu jogo que vai ter strippers, Moët et Chandon e um Apache verdadeiro e queres que malta pague dois euros para o gasóleo? Mas que é esta merda? Pagar para jogar?!? Tenho cara de otário?”, “Tens uma Systema? Olhem-me este panisgas! Não tem a capacidade física para jogar, tem de compensar com o equipamento”.

A lista podia continuar. O próprio Camões, provavelmente o maior espalha-langonha de sempre, escreveu que a inveja é uma coisa de merda. E é, quando fazemos disso a nossa vida. É importante acreditar que há pessoas que fazem o que acham que têm de fazer, sem historietas à mistura, sem teorias da conspiração, sem outra vontade que não a de difundir, informar e narrar. Mesmo que isso seja fazer uma revista sobre uma cambada de atrasados mentais que gosta de se vestir de caldo verde e de disparar plástico uns aos outros.

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